TENHO MEDO!
O nó na garganta não se desfaz…
Tenho medo, tenho medo
Medo da policia!
Medo do bandido!
Medo das filas: metro, ônibus, hospital!
Ou da Marginal!
Medo de não ter Voz. Vozes!
Voto!
E uma sigla qualquer voltar a nos Calar!
Medo de um dia ter que fotografar um
Casamento Silencioso!
E se ruidoso for!
Medo do que possa vir!
Serie de fotografo Rion Sabean . Divertida e irreverente nas poses e nas cores. Mas séria e profunda na analise, pois desconstrói e questiona nossa percepção de gênero!
Mens-up – Rion Sabean
Confiram a séria completa aqui
Depois do meu desabafo político–sociológico (leiam no post anterior)….
Vamos com um pouco de beleza, adoro making-ofs. Alem de servir como inspiração, desmistifica um pouco os bastidores de um editorial. O vídeo representa uma pouco da minha proposta com relação aos ensaios de casais. Elevar o ensaio a outro patamar. Com uma estrutura de editorial de moda, com maquiadora (sempre a top Martha Noronha), luz, assistente…Porque fotografia é isso: É sonho, é representação, é fantasia…
Dessa vez é o fotografo argentino Fabio Borquez
Esse é um blog de momentos felizes, de novos amores, de novas famílias. Do mundo que queremos para os nosso filhos, dos que virão e dos que já estão por ai.
Eu muito relutantemente decidi deixar minha impressão. O Brasil não é um país democrático pleno. Vivemos sempre épocas conturbadas. Épocas de exceção, épocas de censura, épocas de perseguições!
É notório que nosso sistema político esta em crise de representatividade. Nossos governantes não nôs representam. Nosso legislativo esta mais preocupado com a manutenção dos seus poderes…
Sim, acho as manifestações que estão acontecendo em São Paulo totalmente legitimas. Diante da brutalidade do Estado, que ainda não esta acostumado com a Democracia. O Estado é brutal, com sua política de educação, é brutal na sua política de saúde, é brutal na sua política econômica. E ainda mais brutal na sua política de segurança.
Pra finalizar tem uma frase do Machado de Assis que dizia mais ou menos o seguinte:
Essa mania do brasileiro querer ser frances. (Esse seria um bom momento)
Diante da ebulição, eu sonho com um Brasil melhor!
Steven McCurry, famoso pelo retrato da “garota afegã”, McCurry percorreu o mundo fotografando suas contradições. Nas fotos, a riqueza das cores, a captura de sorrisos, as deixam carregadas de vida e de poesia!
As fotos nos aproximam de culturas totalmente diferentes. Muitas cores que passam vivacidade, o registro de cada elemento específico que caracteriza a cultura do lugar onde ele fotografa e até os olhares de sofrimentos e os sorrisos de alegria, nos unem com uma premissa em comum: a resistência humana. Sempre superamos e resistimos às mais diferentes e difíceis situações.
É intrigante ver como estamos tão distantes mas, ao mesmo tempo, tão próximos. As fotos de McCurry fazem muito mais do que retratar a beleza que existe pelo mundo afora: elas são uma celebração da vida!




Confiram os trabalhos do fotógrafo: Steven McCurry
O termo estadunidense, no sentido literal, significa “jogar o vestido no lixo”, mas o ensaio de fato não é tão radical. O que acontece é que, dias depois do casamento ou na lua-de-mel, a noiva pega o seu vestido e faz um ensaio onde ela possa rolar na grama, molhar-se, sujar-se na terra, enfim. Não há preocupação com o vestido e o intuito é criar um álbum de fotos super inusitado. O grande ponto do Trash The Dress, é fazer fotos à la editorial de moda. Não pode ter medo de estragar o vestido… senão, a moça fica travada e não consegue se soltar. Ousadia é a palavra certa para esse tipo de ensaio fotográfico.
É importante escolher lugares diferentes, que tenham uma série de elementos que possam ser usados na sessão de fotos, como a água. O Trash The Dress é uma oportunidade de sair completamente fora do padrão de casamentos. O resultado sempre fica incrível e dá a chance da noiva de ter fotos lindíssimas e únicas.

Foto de Fernando Garcia
Você já ouviu falar do Mehndi? Não? Na verdade, sim. Na Índia existe a tradição de pintar desenhos feitos de henna nas mãos e nos pés das mulheres, quando elas se casam. Você com certeza já ouviu falar do Mehndi, que é o nome dado a essa tradição.
Esses desenhos lindos e trabalhosos são feitos pelas mulheres da família da noiva e suas amigas, sempre um dia antes do casamento, e por serem demorados, é como se fosse uma sessão de relaxamento dela. É a hora para aliviar a tensão pré-casamento e para sentir-se querida, já que são suas amigas e família que se dão o trabalho de fazer os desenhos. O que muita gente não sabe, é que eles não são meros desenhos estéticos, que embelezam a mulher. Há uma série de símbolos feitos nessas pinturas, por exemplo o Pavão, que representa amor, divindade, realeza e beleza. Eles são feitos para protegê-la e trazer boa sorte na nova vida que se inicia, além de representar a força do amor num casamento.



Uma boa ideia para quem quer um casório diferente.
Pensar em Álbuns de Casamento, geralmente traz à mente imagens de uma fórmula tradicional das fotos. Noivos tendo sua primeira dança, cortando o bolo, o brinde com as taças cruzadas. Fotos que parecem ser tiro e queda, que ficam bonitas, que lembram esse momento, mas… Caem na mesmice.
É hora de esquecer tudo isso. O trabalho do fotógrafo é ter um olhar diferenciado, que dá um estilo único para as suas fotos. A criatividade deve ser levada ao seu extremo, dando aos trabalhos um alto valor artístico.
Todo o processo de registro de um dia tão especial deve ser construído pelo olhar criativo e estético de quem tira as fotos. As fotos “posadas” são uma forma única para guardar os momentos do dia do casório. Um engano das noivas é acharem que só há espaço para fotografias espontâneas, aquelas que todo mundo já conhece. Essa fórmula parece ser mais segura na hora de ver o resultado, mas ela limita o grande mosaico de possibilidades que há dentro da fotografia de casamentos.
Muitas vezes, os fotógrafos possuem ideias que parecem completamente malucas, mas que no resultado final, trazem um álbum com algo a mais, para quem quer sair da mesmice.
O fotógrafo deve ter liberdade, assim como a noiva, para criar e inovar. A ideia tradicional das fotos de casamento, por ser quase uma fórmula, tira a identidade pessoal deles. As fotos “posadas”, direcionadas pelo fotógrafo em conjunto com a noiva, tornam-se únicas e criam essa identidade. Com elas, o casal consegue imprimir sua personalidade.





(Fotos por Juliano Godoi)
Então, é hora de posar! Deixar fluir a criatividade e personalidade para criar momentos únicos. Vai algumas inspirações!
Trabalho interessantíssimo! No mundo dos auto-retratos onde a grande maioria dos “personagens” são femininas… Eis que surge o Alexandre Mury.
O titulo da obras é também um caso a parte: Abaporu, Guernica…Irreverência pura!
Confiram mais, no site Alexandre Mury
Alexandre Mury – Abaporu, 2010
Alexandre Mury – Guernica, 2011
Arrisco a dizer que o hoje os fotógrafos são melhores que os fotógrafos de moda. Digo isso pois não temos o tempo para a iluminação meticulosamente planejada, o enquadramento estudado, a produção impecável. Para os fotógrafos de casamento a fração de segundo é o imperativo para uma boa foto. Perdeu essa fração, perdeu a foto. Mesmo num ensaio, onde teoricamente temos mais tempo, lidamos com a pressa do casal (noivas e noivos sejam pacientes), muitas vezes a boa foto é decidida em segundos (uma eternidade).
Para ilustrar essa “genialidade” dos fotógrafos de casamento, separei alguns nomes que admiro e os coloquei ao lado de grandes mestres da fotografia de moda.
Mas a pergunta que fica é se os fotógrafos de casamento produzem seus trabalhos para o âmbito privado, em oposição aos fotógrafos de moda. O que a historia contara sobre a fotografia de casamento?
Fer Juaristi
Ellen Von Unwerth
Susana Barbera
Steven Meisel
Daniel Aguilar
Patrick Demarchelier
Ben Chrisman
David Lachapelle